As melhores estratégias de financiamento da casa ideal

O gostinho da conquista proporcionado pela compra de um imóvel é muito bom! E queremos ajudar você a aproveitar este momento único da melhor forma possível por meio de estratégias de financiamento na hora de escolher a sua casa ideal.

O mercado imobiliário oferece algumas opções de modelos de pagamento que ajudam àqueles que buscam dissolver o custo da aquisição em diversas prestações. Isto cria uma forma de auxílio na compra da moradia própria para as pessoas que não tem do dinheiro para pagamento à vista ou também de dar a entrada exigida.

imóvel

Para te dar uma mão na hora de fazer um financiamento bom em relação à alguns itens que exigem cautela, separamos alguns itens que devem ser levados em consideração no momento da compra. Confira abaixo:

O que é um financiamento?

Basicamente uma instituição financeira vai pagar à vista alguma coisa que você deseja, como por exemplo um carro ou casa. Então aos poucos ela vai receber de você o pagamento em parcelas. Resumindo: é como se um banco te emprestasse dinheiro e comprasse a casa por você. Aí o devedor paga aos poucos, mas com uma taxa de juros dentro de cada parcela.

financiamento

Aprovação do crédito

Antes de qualquer coisa você precisa procurar um banco que faça o financiamento de imóveis. Preste atenção na taxa de juros cobrada por ele e também no limite da quantidade de prestações. E esta quantidade varia de acordo conforme o valor da casa e do financiamento, que então estabelece uma porcentagem do valor completo do imóvel escolhido por você. Em reportagem na Exame, o vice-presidente de comercialização e MKT do Secovi-SP ressalta que ao consultar o seu banco, o corretor buscará apenas imóveis dentro do padrão de compra do cliente dele.

Alguns instrumentos precisam estar sendo apresentados ao financiador para que se concretize o negócio: RG, CPF, endereço, comprovante de renda e nome limpo no Serasa. Você pode comprar a sua renda por meio de holerites, declaração de imposto de renda, nota fiscal de serviços prestados ou extrato de banco de um período estabelecido pela sua instituição do financiamento.

A escolha do imóvel

Visto que o custo do financiamento está muito associado ao custo da propriedade imobiliária, é bastante comum que os bancos façam somente o financiamento por meio de dados a respeito de o imóvel. Visto que o custo do financiamento está muito associado ao custo da propriedade imobiliária, é bastante mais comum que os bancos somente façam o financiamento mediante dados a respeito do imóvel. Ele inclusive precisa ser qualificado, pois banco necessita de determinados dados concretos para permitir a liberação do dinheiro.

FGTS

Um item que faz parte dos descontos em folha de trabalhador CLT é o fundo de garantia (FGTS), que serve como uma espécie de poupança que o empregador abre para o empregado caso ele seja demitido sem justa causa, fazendo com que ele tenha um pequeno suporte financeiro. O FGTS por se tornar uma opção para o pagamento de sua casa. Basta ir na Caixa Econômica Federal e solicitar a liberação do seu fundo de garantia.

Procure informações de especialistas

Uma matéria interessante publicada no Uol Economia sugere que você ouça a opinião de diversos especialistas antes de comprar o seu imóvel. Entre eles estão o corretor, arquiteto/engenheiro, síndico/zelador, advogado e tabelião.

Para finalizar o assunto, deixamos aqui a indicação de uma arquiteta em Curitiba que te auxiliará para que o seu imóvel fique bem bonito.

Outra dicas, o vídeo abaixo revela alguns segredos sobre a comprar da sua primeira casa:

A importância do vidro

Em ciência dos materiais o vidro é um elemento sólido e sem forma definida que apresenta temperatura de alteração vítrea (é a transição reversível em materiais amorfos entre um estado duro e relativamente rígido e um estado mole e “borrachoso” (como um líquido de ultra-alta viscosidade). No cotidiano, o termo se refere a um material de cerâmica translúcido frequentemente adquirido com o esfriamento de uma massa líquida à base de areia.

Na sua maneira pura, o vidro é um óxido metálico super esfriado transparente, de grande aspereza, basicamente inerte e biologicamente inativo, que pode ser criado com superfícies bastante lisas e impermeáveis. Estas características desejáveis levam a um grande algarismo de aplicações. Entretanto, o vidro frequentemente é rúptil, quebra-se com facilidade. O vidro comum se obtém por fusão por volta de 1.250 °C de bióxido de silício, (SiO2), carbonato de sódio (Na2CO3) e carbonato de cálcio (CaCO3).

 

A história

Os povos que disputam o pioneirismo da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios, segundo a Enciclopédia Trópico:

“Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto.”

Esta versão é considerada uma lenda. Notícias mais confiáveis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos A.C., entretanto, acredita-se que os egípcios começaram a moldar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, principalmente, a produção de pequenos objetos artísticos e decorações. Muitas vezes eram confundidos com belas pedra preciosas. Sua decomposição é de 4000 anos. A cada 1000 kg de vidro leva-se 1300 kg de areia.

Uso do vidro nas construções

Ele está presente em todos lugares que olhamos, seja em janelas ou fachadas de residências, prédios, condomínios, hotéis, hospitais, universidades, o vidro se tornou primordial em nossas vidas. Claramente sabemos que uma das principais vantagens deste material é a acetato, que permite a chegada de brilho nos ambientes.

No entanto nos últimos anos, um estudo mais profundo sobre esse material tem causado descobertas de novas tecnologias, que proporcionam mais vantagens essenciais para a construção. Dessa maneira, reflexão, barreira para a chegada de calor, resistência a impactos, plástica, entre outros, estão entre os benefícios que esse produto proporciona. Com o passar do tempo, o vidro se tornou um material muito utilizado em todos os tipos de construções humanas. Versátil, resistente e estético, o vidro está em inúmeros prédios, casas e demais obras. Muro de vidro, janelas, portas, coberturas entre outras finalidades

Estética é uma das causas que tornam o vidro um material a ser adotado na construção civil. Nos dias de hoje, possuímos ao nossa dispor vários tipos de vidros, que atendem uma ou mais situações, dependendo das demandas do projeto. Ele vem sendo muito empregado para a fecundação de divisórias, escadas, coberturas, conserva corpos, material e esquadrias de alumínio, para saber mais clique aqui.

O vidro em maior parte é composto por areia, calcário, barrilha, alumina, corantes e descorantes. Em vista disso, muitas formas são possíveis de realizar com esse material. A partir de itens decorativos, a peças para usos na construção civil. Há vários tipos de vidros no mercado, alguns mais usuais, específicos, com custos e tempos de construção bem diverso.

O muro de vidro é uma das tendências da construção civil, peça que chegou de repente e está sendo cada vez mais usada. A facilidade de obter o item e a beleza que a blindagem dá ao visual do lar são pontos que favorecem o consumo desse modelo de cerca, porém também há várias dúvidas que giram em redor do assunto.